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Marcha da Maconha
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sexta-feira, 24 de maio de 2013

cigarro

Cigarro: maior problema de saúde pública mundial.
Cigarro: um problema de saúde pública.

Há pelo menos dez mil anos antes de Cristo, índios da América Central já utilizavam o tabaco em forma de cigarro em rituais religiosos. Já em nosso país, relatos mais antigos apontam que, em 1556, o capelão da primeira expedição francesa ao nosso país observou esta prática entre os tupinambás.

O cigarro começou a ser fabricado a partir de 1840 e, quarenta anos depois, foi criada uma máquina capaz de enrolar um grande número de cigarros por minuto, propiciando a sua popularização. Apesar de visível, o fato de que este provoca dependência e seu uso pode desencadear em uma gama de doenças foi reconhecido somente em meados do século vinte.

Atualmente, são aproximadamente 1,2 bilhão de fumantes em todo o mundo, sendo que 38 milhões vivem no Brasil.

Uma das mais de 4500 substâncias que um único cigarro contém – a nicotina – interage com receptores neurais, que liberam substâncias como a dopamina, acetilcolina, serotonina e betaendorfina, conferindo uma sensação de prazer imediata.

Mais viciante que drogas como álcool, cocaína, crack e morfina; a nicotina atinge o cérebro em até vinte segundos: tempo bem mais rápido que o princípio ativo de qualquer outra destas drogas. Assim, a probabilidade de um indivíduo se tornar dependente da nicotina é muito alta, com crise de abstinência bastante incômoda, que geralmente se inicia minutos depois do último trago, sendo as grandes responsáveis pela dificuldade de um fumante em interromper o uso do cigarro. Esta situação é tão séria, e triste, que não é raro vermos pacientes fumantes em estágio terminal, implorando desesperadamente por mais um trago.

Gás carbônico, monóxido de carbono, amônia, benzeno, tolueno, alcatrão, ácido fórmico, ácido acético, chumbo, cádmio, zinco, níquel dentre muitas outras substâncias são encontradas no cigarro. Estas são responsáveis pelo aumento dos riscos que esses indivíduos têm de desenvolver problemas de saúde como cânceres, doenças coronarianas, má circulação sanguínea, enfisema pulmonar, bronquite crônica, derrames cerebrais, úlceras, osteoporose, impotência, catarata.

Como algumas destas são liberadas no ar, juntamente com a fumaça, pessoas que convivem com fumantes estão também sujeitas. Há também a tromboangeíte obliterante, doença de ocorrência única entre fumantes, e que obstrui as artérias das extremidades e provoca necrose dos tecidos.

Além disso, o cigarro é considerado o maior poluente de ambientes domiciliares; é responsável pela derrubada de árvores e queimadas em prol do plantio do fumo e fabricação de lenha para abastecimento de fornalhas para o ressecamento das folhas; contamina os solos pelo uso de agrotóxicos; e é o causador de inúmeras queimadas, graças ao descarte indevido de suas bitucas.

Diante destes fatos, não é de se admirar que o cigarro seja considerado um dos maiores problemas de saúde pública (e ambiental) que nossa sociedade enfrenta na atualidade.

Mariana Araguaia
Graduada em Biologia

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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Abaixo-assinado para a descriminalização da maconha no Brasil.

DO LADO DIREITO DO BLOG, POR FAVOR, ASSINE.

Abaixo-assinado para a descriminalização da maconha no Brasil.

I Love Smoking Weed #4E20

I Love Smoking Weed

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EP4 JORNAL CANÁBICO

Cobertura especial Marcha da Maconha do Rio de Janeiro 2013!



quarta-feira, 22 de maio de 2013

moda hemp

moda hemp

No ar mais um JORNAL CANÁBICO!!! EP3

Em pauta o surgimento do primeiro cannabis club na América latina.
Entrevista com o antropólogo MARCOS VERÍSSIMO, estudioso da cultura canábica.
E mais um quadro PAPO CARETA!



La marihuana no te obliga a comprarla, el sistema sí... AUTOCULTIVO AHORA!

Brad Pitt diz que "desperdiçava" a vida com drogas durante o seu casamento com Jennifer Aniston

Brad Pitt revelou que sentia estar desperdiçando sua vida com as drogas durante o seu casamento com Jennifer Aniston. Ele disse em entrevista à revista Esquire que, antes de conhecer Angelina Jolie no set de Sr e Sra. Smith, em 2004, a sua vida significava muito menos do que significa hoje.

"Por um longo tempo, fiz muitas besteiras causadas pela droga. Fui meio vagabundo. Um cara que sentia ter crescido em uma espécie de vácuo e queria ver as coisas, sentir uma inspiração. Passei anos me ferrando", disse à publicação.

"Mas depois eu percebi que estava desperdiçando oportunidades. Foi uma mudança consciente. Isso foi há uma década e foi como uma epifania", completou Brad. O ator de 49 anos foi casado com a estrela de Friends por sete anos, até 2005.

Fonte: TERRA

terça-feira, 21 de maio de 2013

culto cannabico

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Mulheres usando maconha



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Bora Bora, Polinésia Francesa

Bora Bora, Polinésia Francesa

A "bolsa crack" é um desperdício?

Depois de uma série de insucessos (previsíveis, diga-se) no combate ao crack, o governo Alckmin lança um projeto de internação aos dependentes, oferecendo uma quantia às famílias no valor de R$ 1,3 mil mensais.

Já consigo ver os batalhões de tolos classificando a chamada bolsa crack de desperdício de dinheiro, fazendo comparações com o salário de um trabalhador.

A medida não é suficiente --mas está certa. E é caro mesmo. Veja quanto uma família de classe média gasta para tratar, numa clínica particular, um dependente de drogas ou álcool.

O que se criticava (e com razão) é que o sistema público não oferecia leitos suficientes para os dependentes. Se vai oferecer agora, não sei. Mas o fato é que, com esse valor, pode-se credenciar uma rede de instituições privadas.

Ilusão imaginar que só com polícia e assistência social iríamos enfrentar o crack.

É um trabalho que envolve a família, a escola, a comunidade. E, para ter algum efeito, psiquiatras, medicando remédios. No meio disso, terapia e um esforço de socialização das vítimas das drogas.

Mesmo assim o que podemos fazer, na maioria dos casos, é reduzir os danos.

Como sempre digo aqui: problemas complexos exigem soluções complexas e caras.

O resto são saídas simplórias, como imaginar que a redução da maioridade penal vai nos deixar mais seguros.

Por falar em redução de danos, vale lembrar uma experiência da Universidade Federal de São Paulo. Fez com que os dependentes trocassem o crack pela maconha --e obteve bons resultados.

Gilberto Dimenstein ganhou os principais prêmios destinados a jornalistas e escritores. Integra uma incubadora de projetos de Harvard (Advanced Leadership Initiative). Desenvolve o Catraca Livre, eleito o melhor blog de cidadania em língua portuguesa pela Deutsche Welle. É morador da Vila Madalena.

Folha de S.Paulo

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Na Itália, a canábis medicinal foi legalizada!

Itália legaliza cannabis para fins medicinais
Enquanto os olhos do mundo estavam voltados para a escolha do novo Papa, um importante acontecimento passou despercebido na Itália. No dia 23 de fevereiro de 2013, um decreto do Ministério da Saúde, publicado na Gazeta Oficial, legalizou a canábis para fins medicinais no país.

O projeto de lei foi assinado em janeiro pelo ministro da Saúde, Renato Balduzzi, passando a vigorar no mês passado. De acordo com a publicação oficial, a decisão considera que os benefícios medicinais da planta se sobrepõem ao potencial danoso e aos riscos de vício.

A canábis passa, portanto, a figurar em uma nova tabela de perigos (seção B), sendo permitida legalmente no país, para fins medicinais, em todas as suas formas. A decisão foi validada pelo Instituto Superior de Saúde, o Conselho Superior de Saúde e o Departamento de Políticas Anti-Drogas da Itália.

A Itália é o último país europeu, a legalizar a cannabis medicinal. Na Europa, a canábis é ilegal, mas é tolerada para consumo pessoal.

VEJA O DECRETO - MINISTERO DELLA SALUTE DECRETO 23 gennaio 2013

R10 simula arremesso de granada "fumou um?"

Neste domingo, Ronaldinho Gaúcho foi espetacular, mais uma vez. Não pelo jogo, já que não esteve nos melhores dias.

O curioso foi a comemoração de Ronaldinho Gaúcho. O jogador, depois de fazer uma espécie de “bonde”, com os companheiros, no caminho para o meio-campo, para o reinício da partida, simulou um arremesso de granada explodindo a torcida presente ao Mineirão. As imagens foram captadas por um torcedor que estava nas cadeiras do estádio.



Crack

Crack - Droga cinco vezes mais potente que a cocaína, e bastante devastadora.
Crack: um sério problema de saúde e também social.

O crack é preparado a partir da extração de uma substância alcaloide da planta Erythroxylon coca, encontrada na América Central e América do Sul. Chamada benzoilmetilecgonina, esse alcaloide é retirado das folhas da planta, dando origem a uma pasta: o sulfato de cocaína. Chamada, popularmente, de crack, tal droga é fumada em cachimbos.

Cerca de cinco vezes mais potente que a cocaína, sendo também relativamente mais barata e acessível que outras drogas, o crack tem sido cada vez mais utilizado, e não somente por pessoas de baixo poder aquisitivo, e carcerários, como há alguns anos. Ele está, hoje, presente em todas as classes sociais e em diversas cidades do país. Assustadoramente, cerca de 600.000 pessoas são dependentes, somente no Brasil.

Tal substância faz com que a dopamina, responsável por provocar sensações de prazer, euforia e excitação, permaneça por mais tempo no organismo. Outra faceta da dopamina é a capacidade de provocar sintomas paranoicos, quando se encontra em altas concentrações.

Perseguindo esse prazer, o indivíduo tende a utilizar a droga com maior frequência. Com o passar do tempo, o organismo vai ficando tolerante à substância, fazendo com que seja necessário o uso de quantidades maiores da droga para se obter os mesmos efeitos. Apesar dos efeitos paranoicos, que podem durar de horas a poucos dias e pode causar problemas irreparáveis, e dos riscos a que está sujeito; o viciado acredita que o prazer provocado pela droga compensa tudo isso. Em pouco tempo, ele virará seu escravo e fará de tudo para tê-la sempre em mãos. A relação dessas pessoas com o crime, por tal motivo, é muito maior do que em relação às outras drogas; e o comportamento violento é um traço típico.

Neurônios vão sendo destruídos, e a memória, concentração e autocontrole são nitidamente prejudicados. Cerca de 30% dos usuários perdem a vida em um prazo de cinco anos – ou pela droga em si ou em consequência de seu uso (suicídio, envolvimento em brigas, “prestação de contas” com traficantes, comportamento de risco em busca da droga – como prostituição, etc.). Quanto a este último exemplo, tal comportamento aumenta os riscos de se contrair AIDS e outras DSTs e, como o sistema imunológico dos dependentes se encontra cada vez mais debilitado, as consequências são preocupantes.

Superar o vício não é fácil e requer, além de ajuda profissional, muita força de vontade por parte da pessoa, e apoio da família. Há pacientes que ficam internados por muitos meses, mas conseguem se livrar dessa situação.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

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domingo, 19 de maio de 2013

Universidade de Harvard propõe plano para venda de maconha

Do R7
Universidade de Washington propõe plano para venda de maconha
Docente apresenta cobrança de imposto alternativa a comerciantes

Agora que os Estados Unidos legalizaram o uso de maconha para fins medicinais em 18 estados mais o distrito de Columbia, a faculdade da Universidade de Washington propõe um novo modelo para resolver a questão da cobrança de imposto sobre o comércio do produto.

Na quarta-feira (24), o professor de direito da universidade Benjamin Leff apresentou na Universidade de Harvard um documento em que consta um plano para os vendedores de maconha dos Estados Unidos.

De acordo com a Receita do país, tais comerciantes são taxados pelo preço final do produto, e não a partir do valor descontado de despesas, como os demais vendedores, porque se enquadram na categoria de comerciantes de substâncias controladas, como remédios, segundo a lei tributária norte-americana.

A ideia de Leff é que os vendedores de maconha do país operem como "organizações de bem-estar social sem fins lucrativos". Para validar a isenção tributária, o professor diz que as organizações teriam que funcionar com o propósito "do bem comum das vizinhanças e comunidades".

No documento, o docente lembra que atualmente muitas organizações sociais funcionam em bairros pobres promovendo empregos e capacitação profissional em prol do desenvolvimento econômico.

No caso dos comerciantes de maconha, as organizações de bem-estar social operariam de forma a melhorar as condições de uma vizinhança arruinada pela justamente pela venda ilegal do produto, uma vez que a comercialização de maconha nas ruas está associada ao aumento da violência.

Segundo o professor, a venda de um produto de procedência por meio de um preço competitivo tiraria o comércio das mãos dos vendedores de maconha ilícita.

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Chega de sofrimento, nós queremos a cura.

Aracaju, Atibaia, Niterói, Presidente Prudente e Recife. Essas são as cidades que marcharão hoje pela maconha!

Mais informações: Growroom

Drogas

Intitulamos “droga” qualquer substância e/ou ingrediente utilizado em laboratórios, farmácias, tinturarias, etc.; um pequeno comprimido para aliviar uma dor de cabeça ou até mesmo uma inflamação, é uma droga. Contudo, o termo é comumente empregado a produtos alucinógenos ou qualquer outra substância tóxica que leva à dependência como o cigarro e o álcool, que por sua vez têm sido sinônimo de entorpecente.

As drogas psicoativas são substâncias naturais ou sintéticas que ao serem penetradas no organismo humano, independente da forma (ingerida, injetada, inalada ou absorvida pela pele), entram na corrente sanguínea e atingem o cérebro, alterando todo seu equilíbrio, podendo levar o usuário a reações agressivas.

O que leva uma pessoa a usar drogas?

Pesquisas recentes apontam que os principais motivos que levam um indivíduo a utilizar drogas são: curiosidade, influência de amigos (mais comum), vontade, desejo de fuga (principalmente de problemas familiares), coragem (para tomar uma atitude que sem o uso de tais substâncias não tomaria), dificuldade em enfrentar e/ou aguentar situações difíceis, hábito, dependência (comum), rituais, busca por sensações de prazer, tornar (-se) calmo, servir de estimulantes, facilidades de acesso e obtenção e etc.

Fonte: Brasil Escola

sábado, 18 de maio de 2013

Cogumelos

O que os cogumelos podem causar no organismo?
Os cogumelos são usados há milhares de anos como alucinógenos. O grau de alucinação e de efeito dos cogumelos depende do organismo de cada pessoa. Não causa dependência e nem síndrome de abstinência. Existem vários tipos de cogumelos usados:

Amanita Muscaria - Possui dois tipos de alucinógenos sendo muscimol e ácido ibotêmico. Esses alucinógenos estimulam os neurotransmissores GABA no sistema nervoso central. Seus primeiros efeitos são desorientação, sono, falta de coordenação. Posteriormente ocorre euforia intensa, falta de noção de tempo, alucinações visuais e alterações de humor como a fúria, por exemplo. Se usado em grande quantidade pode causar intoxicação e em alguns casos pode ser letal.





Psilocybe Cubensis - Estimula os receptores de acetilcolina situados no cérebro e no sistema nervoso. Seu uso provoca salivação, perda de controle da urina e das fezes, lacrimejamento, cólicas, náuseas, vômitos, queda do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Seus alucinógenos são semelhantes ao LSD e provoca euforia, sonolência, visão obscura, pupila dilatada entre outros e seu efeito dura em torno de três horas.




Fonte: BRASIL ESCOLA

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Vc conhece o Triturador Biscoito? Clique na imagem

Sem justiça não há paz, é escravidão...

Quem curtiu a tattoo?

quinta-feira, 16 de maio de 2013

E a maconha?

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Arquivo Retroativo - # Diário da Erva desde jan/2010

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