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Marcha da Maconha
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quarta-feira, 23 de abril de 2014

É RACISTA A CRIMINALIZAÇÃO DA MACONHA

Por trás das leis que criminalizaram a maconha é possível encontrar uma verdadeira overdose de fundamentos racistas e carentes de fundamentação científica. Mas é importante lembrar que a cultura da maconha não foi introduzida no Brasil apenas pelos negros. De acordo com o historiador Henrique Carneiro, as embarcações que chegaram com Pedro Álvares Cabral ao Brasil em 1500 transportavam aproximadmente 800 toneladas de cânhamo. Nos navios o cânhamo estavam presente nas velas, cordas e até mesmo na vestimenta da tripulação.



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Só que a cultura da cannabis não se limitou apenas ao potencial econômico e consegue de fato permear a cultura popular. Os primeiros escravos das etnias quicongo e quimbundo trouxeram as sementes de maconha escondidas na roupa. Na cultura desses grupos a maconha era utilizada em períodos de lazer e durante alguns rituais religiosos.

Apesar do longo período de escravidão, o uso da maconha manteve-se vivo dentro da cultura negra. Mas é após a libertação dos escravos (1888) que a perseguição aos consumidores de maconha - quase todos negros - ganha força.

”Os primeiros documentos do Estado que proibiam o uso da maconha no Brasil saíram das Câmaras Municipais do Rio de Janeiro, em 1830, de Santos, em 1870, e em Campinas, no ano de 1876. A lei penalizava a venda e o uso da droga e eram curiosamente inversas as atuais, prevendo punições mais severas para quem consumisse a erva do que para quem a traficasse. Naquela época, quem usava majoritariamente a maconha com fins recreativos eram os negros”, afirmou Henrique Carneiro.

No ínicio do século 20 o governo buscou formas de evitar que a cultura negra ganhasse espaço nos centros urbanos. Para fundamentar a proibição da maconha, cientistas teriam manipulado dados para provar que ela era responsável por características como preguiça, intolerância, agressividade e a revolta.

Em 1924, o Brasil participou de um congresso internacional em defesa da proibição e se tornou um dos primeiros países do mundo a criminalizar a maconha. O primeiro órgão que reprimiu o consumo de maconha foi a Delegacia de Tóxicos e Mistificações, no Rio de Janeiro. Este órgão também era responsável por reprimir outras práticas da cultura negra - como a umbanda e a capoeira - que estariam "poluindo" a cultura branca brasileira.

No governo Vargas os usuários da maconha passaram a ser consideros doentes e internados em manicômios judiciários. Ao mesmo tempo, a repressão buscava erradicar o cultivo da planta em todo terrítório brasileiro.

Na década de 60 a maconha já não era apenas um elemento da cultura negra. A erva se popularizou entre as classe médias e altas e principalmente no meio artístico. Neste período da história o comércio de maconha já ganhava força na mão de traficantes. Com a forte repressão ao cultivo no Brasil, a produção no Paraguai para abastecer o mercado brasileiro no Sul e no Sudeste começou a ganhar força. O resultado de tamanha repressão não é mistério para ninguém.

Leia também:
Princípio da Lesividade (CF/88, art. 5°, XXXIX; Código Penal, art. 13, caput)
Maconha: Brasil discute mudanças, mas não vai votar agora. O GLOBO
Introdução: A história da maconha no Brasil
A história da maconha no Brasil - The history of marihuana in Brazil

terça-feira, 22 de abril de 2014

MARCHA DA MACONHA SP 2014 - MASP Av. Paulista, 1578 - Sábado, 26 de abril às 14:00

Enquanto drogas legais são regulamentadas e controladas, crimes relacionados a drogas ilícitas são os que mais encarceram pessoas no Brasil. O consumo não é afetado, o abuso não é bem tratado e o povo é pessimamente informado sobre os potencias benéficos e maléficos destas substâncias. E a violência segue vitimando a todos. É contra isso que se levanta a Marcha da Maconha São Paulo, defendendo uma cultura de paz, informação, diálogo e ativismo.



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Pacientes que precisam usar medicamentos derivados de maconha precisam ter voz.

Por Carla Almeida, jornalista especializada em ciência e pesquisa e compreensão pública da ciência.



A justiça brasileira acaba de tomar uma inédita e inesperada decisão: permitir que um paciente use um medicamento derivado Cannabis sativa, nome científico da maconha. É inesperado, pois o Brasil e toda a América Latina, mantém a posição conservadora sobre o assunto. Enquanto a lei da natureza fornece o uso medicinal da maconha, as autoridades responsáveis têm evitado autorizar. Anny Fischer, uma menina com uma forma rara e grave de epilepsia, que apresentava dezenas de ataques por semana que não respondiam aos tratamentos convencionais, teve melhoria significativa com o uso de canabidiol (CBD), um dos princípios ativos da Cannabis. A família decidiu importar o composto EUA, mesmo sabendo que é proibido no Brasil. Quando o carregamento foi interceptado, a família recorreu à justiça para ter o direito de acesso ao medicamento.

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O caso, que se tornou o tema de um documentário sobre o uso terapêutico da cannabis, ganhou grande repercussão nos meios de comunicação e nas redes sociais. Em seguida, veio a luz histórias semelhantes de pacientes que usaram ou estão usando a droga ilegal para tratar a epilepsia e outras doenças. muitos que ainda não estavam cientes do composto e seu potencial terapêutico demonstram interesse. Em pouco tempo, a mobilização para a regulamentação da droga se espalhou pelo país. Este caso representa lenha na fogueira da discussão da Cannabis medicinal. A regulação da maconha no Uruguai e em dois estados dos EUA (Colorado e Washington) têm expandido o debate em vários níveis e em várias partes do mundo, incluindo a América Latina e o Caribe. Na Jamaica, por exemplo, a Universidade de West Indies assinou um acordo com a GenCanna Global Inc., dos EUA, para realizar estudos sobre as propriedades medicinais da maconha.

Evidência científica e legal.

Embora existam registros antigos das propriedades medicinais da Cannabis e suas aplicações, a ciência não produziu respostas definitivas sobre a segurança e eficácia terapêutica dos cerca de 80 princípios ativos da planta. Uma razão para isso é que, como é uma droga ilegal na maior parte do mundo, há muitas restrições para a pesquisa na área. Outra razão é que os estudos tendem a ser "contaminados" pelos preconceitos dos próprios cientistas, com resultados comprometidos. No caso do CBD, que não tem efeitos psicoativos, a evidência científica de sua eficácia é limitada e os estudos clínicos completos estão apenas começando. O uso da substância, no entanto, é permitida em vários países, incluindo Canadá, Alemanha, Israel, França e Estados Unidos. Neste último país é vendido no balcão como um suplemento para o consumo oral. Na falta de pesquisas e dados científicos, os usuários de CBD e suas famílias tornaram-se uma das principais fontes de informação sobre o composto, os seus efeitos, dosagem, formulários de candidatura para a utilização. Tudo baseado em suas experiências empíricas.

Este cenário faz lembrar o início da epidemia de Aids nos Estados Unidos, onde os pacientes de HIV se mobilizaram para exigir o direito de ser "cobaias" de sua próprias experiências com substâncias ainda pouco conhecidas. Eles argumentaram que o prazo previsto por cientistas e tomadores de decisão para protocolos de teste de novos medicamentos para combater o vírus em si era incompatível com o desenvolvimento da doença e que eles estariam mortos quando as drogas fossem aprovadas.

"A própria situação de ilegalidade (da Cannabis ) impede a validação do conhecimento sobre a droga e o monitoramento de possíveis efeitos colaterais." Carla Almeida

Estes cidadãos não são especializados conseguiram, efetivamente, influenciar a tomada de decisão e ganharam o direito de usar as drogas disponíveis, incluindo o AZT, hoje amplamente usado. Essas redes, compostas de parentes de pessoas afetadas e os próprios pacientes, tornam-se grandes e cada vez mais influentes, não apenas em casos de epilepsia. Foi a própria mãe que determinou os protocolos de utilização do CBD na filha. Até agora, ele está funcionando e a continuidade do tratamento foi garantida pela lei. Mas muitos pacientes ainda precisam recorrer ao tráfico para ter acesso a medicamentos à base de cannabi . Devido à situação legal delicada, eles podem ver o tratamento ser interrompido a qualquer momento. Ou seja, a situação particular de ilegalidade dificulta a validação do conhecimento sobre a droga e o monitoramento de possíveis efeitos colaterais. Outras mobilizações estão a caminho para outros componentes da Cannabis, onde há pouca validação científica para atestar seus benefícios medicinais, como no caso de dor crônica, náusea causada por quimioterapia e esclerose múltipla.

“Há medicamentos testados e aprovados em vários países, para estes fins, produzidos a partir da planta. A grande maioria deles, no entanto, não está disponível na América Latina. Por quê? Por que nós temos permissão para usar agrotóxicos e pesticidas proibidos em várias partes do mundo, e nós não podemos comprar medicamentos testados e aprovados em países com regras mais rigorosas do que a nossa? Quem decide isso? Com que critérios? Qual é o caminho daqueles que precisam de tratamento e não têm acesso legal?”

A mobilização, que começa a acontecer no Brasil, é certamente uma maneira. Foi assim que grupos de pacientes com HIV nos Estados Unidos ganharam o acesso a medicamentos, reduziram o preconceito associado à Aids e a exerceram influência nas políticas públicas relacionadas à doença. Precisamos criar mecanismos para permitir uma maior participação social neste tipo de decisão. Esta é a hora de quebrar tabus, discutir o problema e superar o preconceito, tanto na sociedade, quanto na ciência.

http://www.scidev.net/america-latina/salud/blog-de-analistas/radar-latinoamericano-uso-terap-utico-del-cannabis-qui-n-decide.html

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Cone Crew Diretoria Ao Vivo Bonde Da Madrugada

Netshow (Completo) BONDE DA MADRUGADA PARTE 1 #ConeCrewDiretoria





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Entrevista com o Deputado Federal Jean Wyllys



Uma entrevista exclusiva com o deputado federal Jean Wyllys, criador do PL que busca regulamentar a produção e comercialização da cannabis no Brasil



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domingo, 20 de abril de 2014

O 20 de Abril é conhecido como "Weed Day" ou "Pot Day" (Dia da Erva, Dia da Maconha)

20 de Abril (4/20 na data dos EUA) evoluiu para um feriado da contracultura, onde as pessoas se reúnem para celebrar e consumir cannabis. Alguns eventos têm um caráter político, que defendem a descriminalização da cannabis recreacional nos Estados Unidos, lá o uso médico e terapêutico é regulamentado em vários estados. O uso de cannabis recreacional está liberado apenas em dois estados, são eles Washington e Colorado.



Leia mais sobre o assunto: A ORIGEM DO 4:20 ou O DIA MUNDIAL DA MACONHA

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sábado, 19 de abril de 2014

Brownies de maconha, para relaxar!

Brownies de maconha é a base da dieta de qualquer maconheiro faminto.


Veja abaixo uma receita de como preparar brownies de maconha: leva cerca de 40 minutos (não aconselhamos que você faça isso, receita tirada da própria internet)

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INGREDIENTES P/ A RECEITA DO BROWNIE DE MACONHA
1/2 xícara de cannabis picadinha, com 1/2 xícara de manteiga
1 xícara de chips semi-doces de chocolate
1 xícara de açúcar
2 ovos
3/4 xícara de farinha com fermento
1/2 colher de chá de baunilha
3/4 xícara de nozes picadas


MODO DE PREPARO: BROWNIE DE MACONHA
Pré-aqueça o forno a 175 graus C.
Unte uma assadeira quadrada de 9 polegadas.
Derreta a manteiga e a sua maconha, finamente triturada em uma panela grande em fogo baixo.
Remova panela do fogo.
Misture os demais ingredientes na ordem listada (açúcar, ovos, farinha, baunilha, nozes picadas).
Espalhe a massa na assadeira preparada.
Asse por 25-30 minutos ou até que os brownies começarem a se afastar.
Esfriar na panela e corte em quadrados de 2 polegadas

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Por muitas razões eu prefiro a maconha ao álcool. Isso me faz uma pessoa ruim?

Outdoor usado em campanha pró legalização da maconha nos Estados Unidos.



Vale lembrar que, a maconha pode salvar vidas. Sua aplicação no tratamento de doenças não é novidade e já tem evidências claras de sucesso na luta contra o câncer e no tratamento da paralisia cerebral, casos que noticiamos todos os momentos aqui no www.diariodaerva.com

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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Máquina de maconha medicinal com venda direta é novidade no Colorado

Na Califórnia já tem máquinas com maconha, mas elas ficam atrás dos balcões dos estabelecimentos autorizados e o produto é retirado por vendedores. A novidade no Colorado é a venda direta ao consumidor de maconha medicinal, após 3 meses da regulamentação da maconha no estado americano. Os usuários de maconha medicinal só precisam passar sua habilitação de motorista na máquina para se identificar.



O objetivo é vender a maconha para uso medicinal.
Usuário precisa se identificar para conseguir a maconha medicinal.

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quarta-feira, 16 de abril de 2014

G-U-E-T-O Marcelo D2 e Mr Catra

RE-VO-LU-ÇÃO



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MARCHA DA MACONHA SP 2014 - DIA 26.04

Dia 26.04, sábado, a Marcha da Maconha tomará as ruas pela legalização da cannabis. Afinal, a cada dia mais países se dão conta da falência da "guerra às drogas" e o Brasil não pode seguir nas trevas do proibicionismo. É hora de dizer basta às mortes, prisões e demais ingerências do Estado e abrir um sorriso à vida, à liberdade e aos potenciais usos médicos, industriais, religiosos e recreativos da maconha. Aconteceu o que @s caretas temiam: o futuro chegou, e ele é verde. Legalize _\|/_

+ Sem o fim da guerra às drogas não haverá desmilitarização, texto da juíza aposentada e membro da Law Enforcement Against Prohibition - LEAP Brasil: Maria Lúcia Karam

MARCHA DA MACONHA SP 2014

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terça-feira, 15 de abril de 2014

The Gods Must Be Crazy

os deuses devem estar loucos.. tendo em vista a #NovaOrdemMundial

os deuses devem estar loucos..

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Repórter fuma maconha durante entrevista com o presidente do Uruguai.

Repórter fuma maconha ao lado do presidente Mujica. # Play

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

"Libertários não morrem" #RET

Filipe Ret no Estúdio Showlivre - Apresentação na íntegra



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Princípio da Lesividade (CF/88, art. 5°, XXXIX; Código Penal, art. 13, caput)

O princípio em análise ensina que somente a conduta que ingressar na esfera de interesses de outra pessoa deverá ser criminalizada. Não haverá punição enquanto os efeitos permanecerem na esfera de interesses da própria pessoa.



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Colocando de modo mais claro, só podem ser criminalizadas condutas que causem danos a terceiros. Não se pode proibir nada porque se acha feio, porque se acha bobo ou porque alguma religião diz que vai para o inferno. Proíbe-se quando a conduta prejudica a terceiros.

Quando uma pessoa introduz uma substância no próprio corpo, ela prejudica, e quando muito, a si própria. Portanto, proibi-la de fazer uso de qualquer substância é inconstitucional (o STF decidirá se a criminalização do uso de drogas fere nossa constituição baseado neste princípio). Se a autolesão é crime, então tentativa de suicídio ou penitências religiosas também deveriam ser crimes, o que não tem o menor sentido...

Maaaasss, você poderia retrucar que o consumo alimenta o tráfico. Não! O tráfico surgiu apenas porque houve a proibição. Proíba-se o café. Amanhã o tráfico de café estará instalado, porque as pessoas querem consumir café... Ou maconha, queiram ou não, os sacerdotes e delegados de polícia.

PARA SABER MAIS:

Viva Rio: Criminalização do usuário de drogas é inconstitucional - http://vivario.org.br/drogas-ministros-da-justica-afirmam-que-criminalizacao-do-usuario-e-inconstitucional/

Instituto Brasileiro de Ciências Criminais: A Inconstitucionalidade do art. 28 da Lei de Drogas - http://www.ibccrim.org.br/boletim_artigo/4740-A-inconstitucionalidade-do-art.-28-da-Lei-de-Drogas

Revista Época: Maria Lucia Karam: Proibir o uso de drogas é inconstitucional - http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI5372-15223,00-MARIA+LUCIA+KARAM+PROIBIR+AS+DROGAS+E+INCONSTITUCIONAL.html

Jus navigandi: A inconstitucionalidade da criminalização do usuário de drogas - http://jus.com.br/artigos/21512/a-inconstitucionalidade-da-criminalizacao-do-usuario-de-drogas

domingo, 13 de abril de 2014

Faltou ainda: A guerra da maconha enriqueceu traficantes violentos, políticos e juízes desonestos e policiais corruptos.

E COM TUDO ISTO... ela não atingiu o seu principal objetivo declarado, que é o de DISSUADIR as pessoas de usar uma planta consumida há mais de 5 mil anos. O CONSUMO JAMAIS DIMINUIU. Muito pelo contrário.



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sábado, 12 de abril de 2014

Maconha medicinal será vendida em farmácias do Uruguai no 2º semestre de 2014


Maconha medicinal será vendida em farmácias do Uruguai no 2º semestre de 2014A lei que regula a produção, compra e venda de maconha no Uruguai, aprovada pelo Parlamento em dezembro de 2013, apresentará sua regulamentação nos próximos dias, dentro dos quatro meses de prazo máximo previsto para sua articulação.

O processo de implementação da lei, por outro lado, "terá outro ritmo", devido entre outros fatores ao "processo biológico da planta" de cannabis, que "não pode ser alterado pela ação humana", detalhou Calzada.

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"Para que a maconha esteja disponível em farmácias, primeiro é preciso plantar, colher, secar, empacotar e distribuir", argumentou o secretário da JND, antecipando que tal processo não terminará antes do segundo semestre do ano.

Os requisitos dos prédios para cultivar maconha e o software empregado para os registros de consumidores legais e a emissão de licenças para os cultivadores são alguns dos aspectos que o regulamento da lei concretizará, segundo Calzada.

O secretário Julio Calzada da Junta Nacional Drogas realizou estas declarações à imprensa após participar da assinatura de um convênio entre a Junta uruguaia e o alemão Instituto Max Planck de Pesquisa Criminológica (MPI), um acordo que definiu como "muito relevante do ponto de vista acadêmico".

O diretor do MPI, Hans-Jörg Albrecht, louvou a política sobre cannabis adotada no Uruguai e a definiu como "um passo adiante nos mecanismos de controle de drogas" que vai ser "imitado por outros países nos próximos dois ou três anos".

Fonte: INFO ABRIL

sexta-feira, 11 de abril de 2014

MODA, EXPRESSÃO E ATITUDE: A ULTRA 420 CHEGA NA ZONA FRANCA DO AMAZONAS

A Ultra420 está aterrizando no Amazonas, estão todos convidados.



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Rafinha Bastos diz que fumou maconha antes de entrevistar Jair Bolsonaro. Veja o vídeo.

O deputado Jair Bolsonaro falou que é contra a legalização da maconha pois a erva é "porta de entrada" para o uso de outras drogas mais pesadas.

Logo, Rafinha Bastos, 37, afirmou que usou maconha antes de receber o deputado federal Jair Bolsonaro, 59, em seu talk show Agora é Tarde na Band.

"Eu vou te dizer que eu fumei maconha a minha vida inteira e não fui para outras drogas. Aliás, eu vou te falar que eu fumei maconha antes de te entrevistar", disse o humorista. "E ainda te digo mais: eu fumo maconha com o meu pai", completou Rafinha Bastos.



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quinta-feira, 10 de abril de 2014

LEICONHA: Se fumar (maconha) não dirija!

Ministério da Saúde nunca advertiu, mas vale a pena lembrar: se você curte Tribo de Jah, frequenta luaus, já usou tererê ou sabe o nome de algum filme de Cheech and Chong, não dirija.



MAKING OF - LEICONHA


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