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Marcha da Maconha
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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Quem é a favor da Marcha da Maconha?

26 comentários:

Anônimo disse...

liberdade sempre

Anônimo disse...

frequento a Marcha da Maconha de São Paulo há 2 anos

Douglas disse...

Sou contra a legalização da maconha, porém sou a favor da liberdade de expressão. Portanto, acho que as pessoas têm o direito de expressar o seu desejo de liberar a maconha.
Se as autoridades vão decidir ou não pela liberação, é outra história, mas acredito que as pessoas têm o direito de se manifestar.

sabe tudo disse...

Sou totalmente a favor, porque sou contra a hipocrisia reinante nesta "republiqueta dos estados unidos do brazil". Veja so, evangelicos podem ir as ruas, contra o casamento gay; outros podem ir as ruas, se manifetar a favor do aborto; enfim, as pessoas podem ir se manifestar contra ou a favor disto ou daquilo. Entretanto, quem vai as ruas, se manifestar pela legalização do consumo da maconha, esta comentendo crime. E preciso uma besteira destas ir ocupar uma pauta de julgamento no STF. E a Constituição ja não garantia a "liberdade de manifestação"???

Anônimo disse...

Hj é a maconha amanhã o crack, depois a cocaina

Anônimo disse...

Sim porque a maconha serve de remédio e com efeitos colaterais bem menores do que os atuais remédios químicos. Então sou a favor da marcha da maconha para o uso medicinal sim.

Cacau disse...

Olha, eu sou a favor, sabe por que? Porque nós apoiamos o álcool e o cigarro, que são prejudiciais a nossa saúde, e porque não deixar a maconha que é algo natural?

Anônimo disse...

Houve época em que o uso de determinadas plantas medicinais era considerado bruxaria, e às almas das bruxas restava receber benevolente salvação nas fogueiras da Inquisição. Atualmente, o estigma que a maconha carrega faz, para muitos, soar como blasfêmia lembrar que se trata, provavelmente, da mais útil e bem estudada planta medicinal que existe.

Pior, no Brasil, se alguém quiser automedicar-se com essa planta, mesmo que seja para aliviar dores lancinantes ou náuseas insuportáveis, será considerado criminoso perante uma lei antiética, sustentada meramente por ignorância, moralismo e intolerância.

Apesar de sua milenar reputação medicinal ser inequivocamente respaldada pela ciência moderna, no Brasil, a maconha e seus derivados ainda são oficialmente considerados drogas ilícitas sem utilidade médica. Constrangedoramente, acaba de ser anunciado, na Europa e nos EUA, o lançamento comercial do extrato industrializado de maconha, o Sativex, da GW Pharma.

Enquanto isso, nossa legislação atrasada impede tanto o uso do extrato quanto o uso da planta in natura ou de seus princípios isolados.
Consequentemente, pessoas em grande sofrimento são privadas das mais de 20 propriedades medicinais comprovadas nessa planta.

Um vexame para o governo brasileiro, já que, em países como EUA, Canadá, Holanda e Israel, tais pessoas poderiam, tranquila e dignamente, aliviar seus sofrimentos com o uso da maconha e ver garantido seu direto de fazê-lo com o devido acompanhado médico.

Ingeridos ou inalados por meio de vaporizadores (que não queimam a planta), os princípios ativos da maconha podem levar ao alívio efetivo e imediato de náuseas e falta de apetite em pacientes sob tratamento quimioterápico, de espasmos musculares da esclerose múltipla e de diversas formas severas de dor -muitas vezes resistentes aos demais analgésicos.

Pesquisas recentes indicam também o potencial da maconha para o tratamento de doença de Huntington, do mal de Parkinson, de Alzheimer e de algumas formas de epilepsia e câncer. A redução da ansiedade e os efeitos positivos sobre o estado emocional são valiosas vantagens adicionais, que elevam sobremaneira a qualidade de vida dessas pessoas e, por conseguinte, seus prognósticos.

A maconha não serve para todos: há contraindicações e grupos de risco, como gestantes, jovens em crescimento e pessoas com tendência à esquizofrenia. Em menos de 10% das pessoas o uso descontrolado pode gerar dependência psicológica reversível. Mas, ponderados riscos e benefícios, para a grande maioria das pessoas, a maconha continua a ser remédio seguro.

A biotecnologia brasileira tem todas as condições para desenvolver variedades com diferentes proporções de princípios ativos, reduzindo efeitos colaterais e aumentando a eficácia das plantas (ou de seus extratos) para cada caso.

Indiferente, contudo, à ciência e à ética médica, a atual legislação brasileira sabota nossa pesquisa básica, clínica e biotecnológica nessa área de ponta e impede por completo a exploração assistida das preciosas e baratíssimas propriedades medicinais dessa planta.

É hora de virar esta página carcomida pelo obscurantismo e pelo desdém com o sofrimento humano, fazendo valer não apenas direitos fundamentais dos indivíduos mas também as próprias diretrizes da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, que, segundo o Ministério da Saúde, tem por objetivo: "garantir à população brasileira o acesso seguro e o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos, promovendo o uso sustentável da biodiversidade, o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria nacional".

RENATO MALCHER LOPES, neurobiólogo, mestre em biologia molecular e doutor em neurociências, é professor adjunto do departamento de fisiologia da Universidade de Brasília e coautor, com Sidarta Ribeiro, do livro "Maconha, Cérebro e Saúde".

James disse...

Odeio pessoas que não procuraram se informar sobre o assunto,na qual vão comentar!
Antes de vir aqui sentar o pau na maconha,procurem se informar...
Existem prós?! Existem os contras?! SIM!
Na minha opinião se legalizassem seria uma droga a menos no comercio ilegal,o tráfico!
Mas o acesso a ela tambem estaria mais facil!
Mas pesquisas indicam que quando legalizam-na, existe um desinterece por parte das pessoas em utiliza-la!
Na Holanda quando foi legalizada o numero de usuarios subiu muito pouco em comparação com os EUA que proibiu!
A maconha é a droga mais fraca de todas...
...SIM,ELA É MENOS PREJUDICIAL DO QUE O CIGARRO,ALCOOL,COCAINA,CRACK E TODAS OUTRAS!
Não que ela nao seja prejudicial tambem,mas se ela é menos prejudicial que cigarro e alcool por que todo este preconceito em torno da maconha????????E por que ela é proibida enquanto milhares de pessoas se matam no transito e de cânçer de pulmão!
PESQUISE E PENSE UM POUCO ANTES DE CRITICAR! ;)

Anônimo disse...


A minha opinião seria que deixem a pobre planta em paz, liberem apenas para que se tenha a planta em casa, e até mesmo que só possa ser fumada em casa, ou em lugares destinados a isso. Mas sair das mãos dos traficantes para passar pras mãos do governo ou de empresas que produzem coisas em escalas indrustriais com a intenção única de viciar você, é uma atitude extremamente absurda com uma planta que Deus botou na terra, e tem sim seus benefícios, senão não estaria aqui.

fuma ai mano disse...

Tá louco pra fumar ,fuma!!


1ºO Brasil não tem condições de informar a população,que dirá propagar a conscientizarão da maconha em um local onde la é liberada;

2ºSe eu fosse um traficante, é óbvio que iria perde muito não vendendo mais a erva.Mas pela lei do "capitalismo" eu buscaria logo outros meio,e intensificaria outras drogas e aumentaria o tráfico da heróica,crack e por aí vai;

3ºTô até imaginado como ficará uma demissão por justa causa"fumando ao inves de trabalhar","dependente incapaz de exercer a atividade proposta","viciado","crise de abistinência".Sem falar que já está comprovad oque maconha acelera a velhice cerebral;

4ºHoje a saúde pública está deplorável.Como cuidar do crescente número de viciados e dependentes??De onde sairam o dinheiro para tratá-los??Dos dependentes??Não, do Estado,ou melhor ,do dinheiro do povo...

5ºSe as drogas fossem legalizadas,pela lógica em uns 10 anos haveria uma conscientização pela criminalização.Mas até lá,o Brasil que hoje é um caos ,nem teria mais nome....


Não compare a Holanda com o Brasil.Outro povo,outra educação básica,outra sociedade com religião e politica diferente da nossa.O que serve pra eles,não servem pra nós,muito menos pro EUA.

Anônimo disse...

eu concordo com a legalização mas uma legalização controlada(limite de pedido por dia, proibição paraa pessoa caso a pessoa tenha doença grave

OI disse...

Da marcha eu sou a favor.. os que são a favor devem se manifestar… deve haver também a marcha contra a liberação da maconha

Gabriel disse...

Liberdade de expressão tem sempre que ser defendida. Então, não importa se concordamos ou não com o objetivo de determinada marcha, é sempre necessário apoiar o direito de cada indivíduo expressar e defender o que pensa.

F. FERNANDEZ disse...

Fala-se, defende-se veementemente “a maconha”, e dizem que ela deve ser descriminalizada. Descriminalizar é o mesmo que "regularizar", e nada tem a ver com “legalizar”. De fato, quando se diz que a maconha deve ser regularizada, está-se querendo dizer que a dita cuja deve ser submetida a regulamento, a regras. Legalizar seria, portanto, torná-la legítima e, assim, qualquer usuário poderia encontrá-la em qualquer prateleira. Seja como for, vejo nessa tal “descriminalização” (eta palavrinha danada que inventaram pra impressionar!) segundas intenções movidas por interesses escusos, algo muito mais funesto do que se imagina e o que se vê na atualidade, encoberto sob o manto da “descriminalização”. Que remédio o quê!! E quem neste país respeita regras? A maioria, não, especialmente políticos, poderosos! Não vê a lei do bafômetro? Diz-se também que a maconha não faz mal mais que o álcoolismo, o tabagismo. Pois bem. Os fatos têm demonstrado que muitos viciados em drogas mais pesadas têm, antes de ter fumado maconha, percorrido o caminho do tabagismo, do álcool, os primeiros estágios, e pode ter certeza: esse é o caminho do crack. Isso não dá certo, haja vista o que tem acontecido em países ditos de “primeiro mundo” (o número de suicídas usuários de drogas é grande!). Falam em dar assistência a drogados na rede pública hospitalar. Ora! Se não há assistência condigna a quem não é usuário de drogas, que dirá a drogados. Só se for num desses cenários de hospital, da propaganda política em tempos de eleição. Ora! Essa é muito boa! Há décadas, tem-se lutado tanto contra o tabagismo, contra os alcoolismo e, agora, vem essa gente com essa conversa fiada de regularizar a maconha que, além de se constituir num problema de sáude pública, representa a derrocada da família, da sociedade. É deprimente a imagem de um idiota ostentando um cartaz escrito: “Eu marcho pela paz”... Que paz?! Outros afirma que marcham pela liberdade... Que liberdade? Se sã escravos de um vício?! Cadê a Igreja? Cadê os padres, os pastores que estão todos os dias na TV fazendo milagres? Além do mais, o odor da fumaça da maconha é simplesmente repugnante, fétido, um horror. Se a fumaceira das baforadas de um tabagista ou o hálito de um cachaceiro incomodam a quem não é tabagista nem alcoólatra, imagine as de um maconheiro sentado ao seu lado ou mesmo distante, de você que não é tabagista nem alcoólatra, tampouco maconheiro?! Agora mesmo, enquanto digito estas linhas, tive que sair correndo para fechar as janelas do apartamento porque o vizinho do andar de cima se pôs a tragar o cigarrinho... O que é que desejam? Querem que o Brasil vire finalmente uma nação de zumbis, de alienados? No meu entender, esse negócio de traficante, de tráfico de drogas e de tudo do que disso decorre deveria ser encarado como um “problema de segurança nacional”. Quando, principalmente, certas pessoas que estão no poder, e nos bastidores dele, afirmam: “o Estado perdeu o combate às drogas”, causa-me espécie e muita desconfiança. Olha, aí tem!

Cristiano B. disse...

A maconha tem sido utilizada
medicinalmente e recreativamente por toda a história da humanidade, desde a
China antiga até a nobreza inglesa do século 19. Sua proibição é recente e data
de menos de cem anos, e, de modo algum, foi baseada em critérios científicos e
de saúde pública, tendo sido baseada em preceitos morais, econômicos e
racistas, já que, como era uma planta consumida por negros e mexicanos nos EUA,
ficava mais fácil segregar estas pessoas através da criminalização de um hábito
destes grupos. Atualmente, importantes autoridades do meio político e
científico advogam a favor da regulamentação do consumo. Dentre eles, temos
brilhantes neurocientistas brasileiros, como Sidarta Ribeiro, Renato Malcher,
Stevens Rehen e João Menezes. Estes pesquisadores afirmam que a maconha é uma
droga muito mais segura e menos viciante do que o álcool e o tabaco, que a
teoria da “porta de entrada” não passa de um mito que, absolutamente, não
corresponde à realidade da maioria esmagadora dos usuários, que a ideia de que
a maconha “mata neurônios”, simplesmente, é falsa, e que a utilização de
maconha não danifica o cérebro e não causa alterações cognitivas permanentes.
Pelo contrário, estes pesquisadores citam pesquisas que concluíram que os
princípios ativos da maconha possuem efeito neuroprotetor, com potencial de
utilização no combate de doenças como parkinson, alzheimer e esclerose múltipla.
Ainda, estudos recentes demonstraram que a maconha não aumenta a incidência de
câncer de pulmão e não compromete a capacidade pulmonar em longo prazo. Do
ponto de vista social, importantes políticos de países que enfrentam problemas
graves com a violência gerada pelo tráfico de drogas, como Fernando Henrique
Cardoso, César Gaviria, Ernesto Zedillo e Bill Clinton, ex-presidentes do
Brasil, Colômbia, México e EUA, respectivamente, além de sociólogos e juristas,
concluíram, após muitos estudos, que a guerra ao tráfico e a ilegalidade é
muito mais danosa à sociedade do que a droga em si. Esta guerra perseguiu,
estigmatizou, prendeu e matou milhares de pessoas, corrompeu governos e
polícia, aumentou a truculência policial, atentou contra as liberdades
individuais dos cidadãos, estimulou a militarização do planeta e a invasão de
países, gastou bilhões de dólares em armas e violência em detrimento de saúde e
educação. Há muito mais pessoas morrendo em decorrência desta guerra, muitas
destas, inocentes, do que pessoas morrendo diretamente em decorrência do abuso
de substâncias ilícitas. Basta citar os neurocientistas Sidarta Ribeiro e
Renato Malcher, que dizem que é simplesmente impossível morrer de overdose de
maconha, enquanto a guerra realizada para coibir o seu consumo e a disputa
dentro do tráfico já mataram milhares de pessoas no Brasil.

continuação Cristiano B. disse...


A maconha possui grande potencial
de utilização medicinal, no combate aos efeitos da quimioterapia do câncer, no
tratamento da AIDS, parkinson, alzheimer, esclerose múltipla, glaucoma,
ansiedade, no combate a tumores malignos, doenças inflamatórias, dentre outras.
Ao contrário da maconha, o álcool é uma droga que pode matar por overdose, e
nem por isto é ilegal, tendo sido definidas formas responsáveis para o seu
consumo. Por outro lado, do mesmo modo que o álcool, estudos mostraram que a
maconha não deve ser consumida por crianças e adolescentes, por afetar o
desenvolvimento cerebral nestas faixas etárias, e por pessoas com tendência a
surtos psicóticos e esquizofrênicos. Mesmo
assim, há uma ampla parcela da sociedade, que inclui médicos, psiquiatras e
neurocientistas, que advoga que, não apenas a utilização medicinal, mas também
a utilização recreativa, feita por adultos saudáveis e de modo responsável, é
segura e deve ser regulamentada. O mais importante de tudo é desobstruir o
debate. A guerra total às drogas foi perdida, nunca o mundo combateu tanto as
drogas e nunca elas foram tão consumidas. Quando os efeitos de uma proibição
são muito piores do que os efeitos da substância proibida, esta proibição é
burra e precisa ser revista. Um debate sem tabus, sem moralismos e demonizações,
baseado em ciência, deve ser realizado a fim de encontrar uma nova maneira de
lidar com a maconha, de modo a minimizar seus malefícios, inclusive aqueles
relacionados à guerra e ao tráfico, e maximizar seus benefícios.

LEGALIZE disse...

Eu sou a favor,vivemos no pais
democrato,temos o direito de ir e vim,e fazer o que temos vontade.
Desde que não prejudique as pessoas ao redor.

(cada um. cada um)

Kassandra disse...

Nesse momento eu sou contra, mas vamos aguardar soluções sobre isso

Carlos Nascimento disse...

A decisão do STF é de uma gravidade sem rpecedentes, senão vejamos. De exórdio, vale anotar que o Supremo Tribunal Federal compõe-se de 11 ministros, nomeados pelo Presidente da República, e tem como competência especifica a guarda da Constituição, como reza o artigo 101-CF-88.
Para decidir a favor das marchas pró maconha, o STF apontou como direito constitucional do cidadão, a livre manifestação do pensamento, da forma preconizada no artigo 5º, inciso IV, da Constituição Federal.
Ora, ora, o que está por trás de tal decisão, se a matéria é de uma seriedade indiscutível?
O que, ou quem “induziria” ou “convenceria” 11 Ministros da Corte Máxima brasileira de que defender a legalização da maconha é direito inalienável do cidadão?
Eu tive minha infância, minha adolescência e parte da vida adulta atormentadas por dois irmãos dependenes da maldita maconha. Minha mâe e meu pai sofriam profundamente… meus genitores apanhavam de meus irmãos, mormente o maior, que dava murros, tapas em meus pais, quebravam as coisas dentro de casa e fomos marcados por dor, humilhações, prejuízos materais, danos psicológicos imensuráveis…
Minha mãe passou a ter problemas de coração, hipertensão, diabetes, psicológicos…, anos depois morreu por enfermidade cardíaca.
Hoje, vemos diariamente crianças, adolescentes e adultos sendo mortos semanalmente em Fortaleza e na Região Metropolitana, vítimas de traficantes, em face de dívidas por conta das malditas drogas, inclusive da maconha.
Quem são tais indivíduos sociais que dizem que defender a legalizaçaõ da maconha é direito do cidadão?
As pessoas que levantaram e erguem essa maldita bandeira, estão a serviço de quem?
A quem interessa ver uma jovem sendo destruido pela ação das drogas?
Quem se sente bem em ver famílias e mais famílias sendo destruidas em face do vícios de parentes?
Deus nos fez à Sua imagem, nos dá vida para trilharmos Seus caminhos, para vivermos dando-Lhe glórias e mais glórias, todovia, o inimigo da Cruz de Cristo, empreende esforços a cada instante para destruir a criação de Deus, para destruir as famílias.
Sim, meus irmãos(ãs), somente os não cristãos defendem a bandeira das drogas…
São os demônios que se empenham para destruir o ser humano, para desconstituir e esfacelar as famílias.
Todas as pessoas que estão as serviço dos espíritos decaídos, todas aquelas pessoas que se deixaram acorrentar por Beezebul, fazem tudo para arrastar os desavisados para a lama… para o inferno.
Tais pessoas não servem ao meu Amado Cristo Jesus, não estão em comunhão com Yahweh dos Exércitos…
não estão na Luz, não amam a Luz.
Jesus nos diz: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” – Jo 8,12.
Os ministros do STF ensinam um caminho, uma verdade e uma vida que levam à perdição, que arrastam jovens e mais jovens à destruição…
olvidam tais juristas que somente JESUS é o Caminho – Jo 14,6.
Clamo a todos os autênticos cristãos do Brasil a evangelizarem pelos quatro cantos deste país, apresentando o único Salvador, o Iniciador e Consumador da Fé, O que tem poder de curar, salvar, libertar e converter – JESUS CRISTO!!!
O que, sendo Rei dos reis, se fez o menor dos menores pela remissão de nossos pecados.
urge ouvirmos a palavra de Deus, urge seguirmos a Jesus, a nosso Yeshua Kadosh, para que sejamos verdadeiros filhos de Deus.
Nosso Pai celeste nos diz: “Mas eu lhes ordenei isto: Escutai a minha voz, e eu serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo. Andai em todo caminho que eu vos ordeno para que vos suceda o bem” – Jeremias 7,23.
O povo brasileiro será punido severamente por Deus…
“Ai da nação pecadora! do povo cheio de iniquidade! Da raça de mal feitores, dos filhos pervertidos! Eles abandonaram a Iahweh, desprezaram o Santo de Israel, e afastaram-se dele” – Isaías 1,4.

Carlos Nascimento disse...

Convoco a todos os pais, jovens, pessoas dependentes químicas, aquelas que sofrem direta ou indiretamente por conta das drogas a repudiar publicamente a decisão do STF.
Não podemos permitir que pessoas que não amam a Deus, que desprezam Jesus, que não tem nenhum compromisso com o povo brasileiro, contaminem a todos com teses, teorias e doutrinas das trevas.
Acordai povo brasileiro!
Acordai vós que sofrem por causa das drogas!
Louvado seja o nosso Senhor Jesus Cristo!!!
Dominus vobiscum.

Black_Source disse...

Alem de ser a favor da marcha ainda ajudo a organiza-la aqui por curitiba

Anônimo disse...

LEGALIZE A MARCHA DA MACONHA EM TODAS AS CIDADES DO BRASIL

André Forssati disse...

É ótimo que os brasileiros estejam marchando. É fundamental que defendamos o que julgamos correto. E essencial que possamos fazer isso sem levar cacetada da tropa de choque nem respirar gás lacrimogêneo, como aconteceu outro dia em São Paulo, cidade que adora fascistóides e factóides. O que os marchantes defendem? O cardápio de reivindicações é variado.
Em Cuiabá, por exemplo, inclui a greve dos professores da rede estadual, a diminuição das reservas indígenas, a luta contra a aprovação do Código Florestal, a defesa do investimento na agricultura familiar e nas favelas. Em outras cidades, outras pautas - homofobia, racismo etc. É a Marcha da Liberdade, então cada um tem direito de defender a bandeira que lhe aprouver, contanto que socialmente responsável e defensável.
Não marcharei e aproveito o embalo para também hastear meu estandarte. Que é o seguinte: chega desse papo de descriminalizar a maconha. É muito além de ridículo. Quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sai em capa de revista defendendo a descriminalização, está na cara que este tema já não requer mobilização nenhuma.
O Supremo Tribunal Federal já garantiu esta semana que temos todos o direito de marchar pela descriminalização da maconha, o que é mais uma razão para não marcharmos. Rebeldia com autorização do judiciário não tem graça nem efeito.
O grande argumento que ouço pela descriminalização da maconha é que ela faria menos mal que as outras (ou não faria mal nenhum). Discordo completamente e muitas outras pessoas discordam também. E aí? Quem vai decidir, "cientificamente", que fumar baseado é menos ruim que cheirar pó?
E, sim, a convicção da sua tia Maricota de que a maconha leva a outras drogas é razoável. Nunca ouvi falar de alguém que fume crack, ou tome ácido, que anteriormente não tenha fumado maconha (se bem que, como dizia Frank Zappa, todos os drogados começam com leite materno).
Mas a grande razão para eu não marchar é que sou contra a descriminalização da maconha. Sou pela legalização, o que é completamente diferente. Entendo que cada ser humano tem direito de fazer o que bem entender com o seu corpo - e nada com o corpo alheio, a não ser com autorização do outro.
Por isso, deveria ser legalizado não só o consumo de maconha, mas sua produção e venda. E não só da maconha, mas do LSD, do crack, da heroína, do ecstasy e de todas as outras drogas hoje ilegais. Venda em farmácia, em bar, em supermercado, onde for. Com controle de qualidade regulamentado por agências governamentais, e pagando imposto. Como cachaça, cigarro e batata frita de pacotinho.
A luta pela liberdade tem de ser a luta pelo direito de consumir coisas que fazem mal, fazer coisas que fazem mal, e não se render aos que querem determinar o que faz bem ou é bom. Como rezava a plataforma da banda de rock mais ativista da história, o MC5: drogas, armas, e sexo nas ruas. Lutar pela liberdade é defender o indefensável, dizer o escandaloso, publicar o impublicável e exigir o impossível. Menos é mediocridade, é passeio no parque, festinha de centro acadêmico.
Marchem, mas com ambição e propósito. E prontos não só pra levar porrada, mas para dar também.

Anônimo disse...

a tora de maconha é para enfiar no rabo (no cu ) desses noia safados pilantra. vai chupar o pau

Anônimo disse...

Meus amigos,
Vocês estão totalmente enganados com essa história de liberação da maconha e marcha da maconha. Eu sofro na pele com um filho de 22 anos, que criei com tanto carinho, mas que dentro da escola em que ele estudava houve uma porção de meninos que se perderam e que iniciaram, fumando cigarro comum, depois maconha, cocaína e muitos partiram para o crack. A vida dessas criaturas está acabada: Não podem mais estudar, nem trabalhar e nem conviver harmonicamente com a família enm com a sociedade. Eu sei que o cigarro e o álcool também deveriam ser poibidos. Uma coisa é certa, sem liberação da "erva maldita" já temos esse problemão, com tantos viciados e sem rumo imaginem liberando esssa droga. Querem acabar por acaso com a nossa juventude?

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